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Nessa página, você poderá conferir novidades, entender mais sobre os nossos produtos e nossas marcas e aproveitar os melhores benefícios para você e seus pacientes.

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BENEFÍCIOS EXCLUSIVOS

  • Cupons de desconto

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  • Lançamentos em primeira mão

    É isso mesmo, vocês terão spoilers das nossas novidades o ano todo (antes de todo mundo).

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    Materiais desenvolvidos de nutris para nutris. Nesses conteúdos, a ideia é levar a parte mais técnica dos nossos produtos para vocês.

DÚVIDAS FREQUENTES

  • Vocês fazem visitações e envio de amostras?

    Sim! Nossas visitações e envios de amostras são realizadas por uma consultoria parceira em ciclos ao longo do ano. Essa consultoria faz a seleção de nutricionistas de acordo com o perfil e a região, realiza as visitações e o contato pós visitas. Caso tenha interesse em estar nessa base, envie um e-mail para sac@nuviofoods.com.br com as seguintes informações: Nome, Região de atendimento, Telefone com DDD e e-mail com o assunto “Visitação Nutricionistas”.

  • Nutricionista tem cupom de desconto no e-commerce?

    Tem sim! Aqui na página você terá a opção de se cadastrar para garantir um cupom de 20% de desconto pra você e seus pacientes, lembrando que esse desconto só será válido para 1 uso por CPF. Caso você tenha interesse em um cupom personalizado, você pode solicitar enviando um e-mail para yo@yorgus.com.br com o assunto “Cupom Nutricionista”

  • Os produtos têm açúcar?

    Nossas linhas Yorgus Natural, Yorgus Polpa de Frutas e Yorgus Aveya não levam nenhum tipo de açúcar ou adoçante. Já as linhas em forma de garrafinha Yorgus Ultra e Yorgus Completo são adoçadas com stevia. Por fim, nossas linhas Yorgus Blended, Yorgus DUO e Yorgus Kyds são adoçadas com açúcar demerara orgânico, em pouca quantidade. Em Kefir Reggula, somente o Kefir Reggula Parcialmente Desnatado Adoçado e o Morango são adoçados com açúcar demerara orgânico.

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O PROCESSO DE DESSORAGEM GREGO DA YORGUS

Para produzir o verdadeiro iogurte grego, combinamos um blend único de fermentos lácteos com o leite fresquinho das nossas vacas alimentadas a pasto. Cada Yorgus contém mais de um bilhão de bactérias vivas e ativas, que ajudam a renovar e equilibrar a nossa flora intestinal.

Então como funciona o processo?

- 1 litro de leite contém 87% de água ou soro, o restante é composto por um extrato seco, riquíssimo em minerais, vitaminas, proteína e gordura.
- Dessoramos 4 kg de leite para produzir 1kg de Yogurte.

Com isso, concentramos os nutrientes e conseguimos um Yorgus que possui 3x mais proteínas do que um iogurte comum, com mais consistência e cremosidade.

Acesse a página de produtos e conheça nossas linhas.

YORGUS AVEYA: FEITO PARA VEGANOS, FLEXITARIANOS E PARA INTOLERANTES À FALTA DE SABOR.

O Yorgus Aveya, ou o leyte de aveya Yorgus, é o nosso primeiro produto plant-based. Combina aveia fresca de alta qua lidade, com tecnologia de ponta e entrega um produto extremamente saboroso. Nosso principal objetivo com esse lançamento é trazer uma nova alternativa saudável para os nossos consumidores.
O Yorgus Aveya é uma bebida feita com aveia fresca de alta qualidade e com adição de cálcio. Uma opção deliciosa, sem glúten ou lactose e feita 100% à base de plantas. Ele se encaixa em vários momentos ao longo do dia: tem papel principal na vitamina da manhã, no bolinho da tarde, ou naquele copão no meio da madrugada. Nada de soja, ingredientes artificiais, açúcares ou adoçantes. O lançamento está disponível em duas versões feitas para quem pensa fora da caixa:

Original (versão integral da bebida)

Super cremosa, com textura aveludada, perfeita para ser consumida sozinha, ou para harmonizar com um café. É um ingrediente essencial para os baristas.

Leve (versão semidesnatada)

Elaborada para ser consumida a qualquer hora do dia, ao natural, direto no gargalo, combinada com frutas e cereais ou como ingrediente de uma receita ou bolo. Tem teor de gordura reduzido, sem perder o sabor.

Aqui no site você encontra o pack com 6 unidades, podendo optar por somente uma das versões, ou a caixa mista, com 3 unidade de cada. Aproveite!

NOSSAS OPÇÕES ZERO LACTOSE

Pensando nos intolerantes à lactose e em pessoas que seguem dietas com restrição de lactose, desenvolvemos várias linhas de produtos zero lactose, em nossas três marcas, em que é adicionada a enzima lactase, sem alterar em nada o sabor dos produtos. Essas enzimas “quebram” a lactose em moléculas menores e de mais fácil digestão. Nossas opções Zero Lactose disponíveis no e-commerce:

- Toda a linha Yorgus Completo e Yorgus Ultra
- O Yorgus Natural Zero Lactose nos tamanhos 130g e 500g
- O Yorgus Morango e Framboesa da linha Polpa de Frutas 130g
- O Yorgus Blended Morango 500g
- Toda a linha Yorgus Aveya
- Queijos Vitalatte: Minas Padrão Zero Lactose e Requeijão Zero Lactose.
- Toda a linha de Kefir Reggula

Experimente!

7 BENEFÍCIOS DAS PROTEÍNAS DO LEITE PARA A SAÚDE

O leite é um alimento rico em nutrientes e com importante valor nutricional devido ao alto teor de proteínas, cálcio, vitamina B12 , vitamina A, riboflavina, potássio e fósforo. As proteínas do leite são consideradas completas e de alta qualidade, porque fornecem todos os 9 aminoácidos essenciais para o organismo e oferecem inúmeros benefícios para a saúde. Neste artigo, você irá descobrir sete benefícios das proteínas do leite para a saúde, estética e bem-estar.

1. Ajudam a aumentar a força e massa muscular

As proteínas do leite são ricas em aminoácidos essenciais que agem na construção muscular e aumento da força física. O consumo dessas proteínas auxilia na melhoria da composição corporal, especialmente quando associado a exercícios físicos. Estudos sugerem que a ingestão adequada dos aminoácidos essenciais presentes no leite podem ajudar a reduzir a perda de massa muscular, aumentar o volume e força muscular, além de evitar o acúmulo de gordura corporal.

2. Ajudam a controlar o apetite

O consumo das proteínas do leite pode auxiliar a controlar a ingestão alimentar por estimular a sensação de saciedade em curto e longo prazo. Essas proteínas podem desempenhar funções significativas no controle do peso corporal, considerando que ajudam a controlar a fome e aumentam o gasto energético durante a digestão. A saciedade induzida pelo consumo das proteínas do leite pode auxiliar com o controle do apetite em refeições posteriores, evitando o alto consumo calórico.

3. Fortalecem a imunidade

Estudos mencionam que as proteínas do leite possuem propriedades imunomoduladoras, fortalecendo a defesa do sistema imunológico. Este benefício pode ser explicado devido à riqueza de aminoácidos essenciais e imunoglobulinas (IgG e IgA) presentes no leite, prevenindo o desenvolvimento de doenças infecciosas e crônico-degenerativas.

O consumo regular de proteínas do leite estimula a produção de glutationa, um antioxidante celular que aumenta a produção de imunoglobulinas, protegendo o corpo contra danos causados por radicais livres e microrganismos patogênicos. Além disso, evidências sugerem que proteínas específicas do soro do leite, como alfa-lactoalbumina, beta-lactoglobulina, lactoferrina, lisozima e as imunoglobulinas, possuem propriedades anticarcinogênicas.

4. Ajudam a controlar a glicemia

As proteínas do leite, especialmente o soro de leite e a caseína contribuem com a regulação dos níveis de glicemia (açúcar no sangue) após as refeições e as respostas à insulina (hormônio responsável por levar a glicose até as células). As proteínas do leite, ricas em aminoácidos de cadeia ramificada como a leucina, aumentam a produção de insulina e diminuem os níveis de glicose após as refeições, contribuindo com o equilíbrio da glicemia e prevenindo o desenvolvimento de diabetes tipo 2.

5. Ajudam a proteger o coração

Existem evidências sobre as propriedades anti-hipertensivas das proteínas do soro do leite, auxiliando na redução da pressão arterial e melhorando a função vascular. O consumo de proteínas do leite pode ter um impacto benéfico na saúde do coração, bem como na prevenção de doenças cardiovasculares. Evidências apontam que a proteína de soro de leite demonstrou um efeito hipocolesterolêmico ao reduzir os níveis de colesterol no sangue e no fígado.

6. Tem ação antimicrobiana e antiviral

As proteínas do leite apresentam propriedades antimicrobianas, auxiliando no combate a microrganismos patogênicos. A Lactoferrina e as Imunoglobulinas do leite têm a capacidade de inibir o crescimento e a invasão bacteriana, oferecendo proteção contra infecções bacterianas. Além disso, o soro de leite apresenta atividade antiviral, prevenindo infecções virais.

7. Ajuda a manter a pele saudável

Com o passar dos anos, o corpo reduz a produção natural de colágeno, proteína responsável pela elasticidade da pele. Ao incluir alimentos ricos em peptídeos bioativos na dieta, como as proteínas do leite, o corpo consegue utilizar esses nutrientes para produzir colágeno e manter a firmeza e elasticidade da pele. Além das proteínas, o leite contém vitaminas e minerais, atuando como um alimento rico em nutrientes para manter a pele saudável ao longo do tempo.

Gostou de conhecer os sete benefícios das proteínas do leite para a saúde? Descubra como consumir essas proteínas de forma saborosa na sua rotina com as receitas deliciosas que compartilhamos no nosso perfil no Instagram. Acesse https://www.instagram.com/yorgusgrego/.

Artigo escrito por:
Andry Pedroso
Nutricionista e Palestrante de Alta Performance | CRN10 8062

Referências Bibliográficas

1. Bioactivity of Milk Components. (2021). doi: 10.1016/b978-0-12-818766-1.00286-5. Disponível em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/B9780128187661002865?via%3Dihub>. Acesso em 02 abr 2024.

2. Carlotta, Giromini., Agnes, Fekete., Luciano, Pinotti., Antonella, Baldi. Milk proteins: Their role in cardiovascular health. (2019). doi: 10.1016/B978-0-12-815603-2.00006-1. Disponível em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/B9780128156032000061?via%3Dihub>. Acesso em 02 abr 2024.

3. Seyed, Hossein, Davoodi., Roghiyeh, Shahbazi., Saeideh, Esmaeili., Sara, Sohrabvandi., AmirMohamamd, Mortazavian., Sahar, Jazayeri., Aghdas, Taslimi. Health-Related Aspects of Milk Proteins.. Iranian Journal of Pharmaceutical Research, (2015). doi: 10.22037/IJPR.2016.1897. Disponível em: <https://brieflands.com/articles/ijpr-125148>. Acesso em 02 abr 2024.

4. Kinga, Kazimierska., Urszula, Kalinowska-Lis. Milk Proteins-Their Biological Activities and Use in Cosmetics and Dermatology.. Molecules, (2021). doi: 10.3390/MOLECULES26113253. Disponível em: <https://www.mdpi.com/1420-3049/26/11/3253>. Acesso em 02 abr 2024.

5. Beatriz, Miralles., Blanca, Hernández-Ledesma., Samuel, Fernández-Tomé., Lourdes, Amigo., Isidra, Recio. Health-related functional value of dairy proteins and peptides. (2017). doi: 10.1016/B978-0-08-100722-8.00021-8. Disponível em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/B9780081007228000218?via%3Dihub>. Acesso em 02 abr 2024.

6. Wirunsawanya, Kamonkiat et al. “Whey Protein Supplementation Improves Body Composition and Cardiovascular Risk Factors in Overweight and Obese Patients: A Systematic Review and Meta-Analysis.” Journal of the American College of Nutrition vol. 37,1 (2018): 60-70. doi:10.1080/07315724.2017.1344591. Disponível em: <https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29087242/>. Acesso em 02 abr 2024.

7. Arentson-Lantz, Emily; Kilroe, Sean. Practical applications of whey protein in supporting skeletal muscle maintenance, recovery, and reconditioning.. Journal of Animal Science, (2020).;99(4):67-68. doi: 10.1093/JAS/SKAB060. Disponível em: <https://academic.oup.com/jas/article-abstract/99/4/skab060/6149525?redirectedFrom=fulltext>. Acesso em 02 abr 2024.

5 BENEFÍCIOS DO KEFIR BASEADOS NA CIÊNCIA

O kefir é uma bebida láctea fermentada, conhecida por seus benefícios para a saúde, especialmente na regulação intestinal. A composição do kefir apresenta atividade antimicrobiana, imunomoduladora e anti-inflamatória. A ciência já destacou diversas propriedades promotoras de saúde do kefir, desde o suporte imunológico até melhorias na saúde metabólica. Neste artigo, você irá descobrir cinco benefícios do kefir baseados na ciência.

1. Regula o intestino

O kefir é capaz de regular a microbiota intestinal por meio de diferentes mecanismos. Ele contém probióticos que podem melhorar o equilíbrio da microbiota intestinal e aumentar a abundância de bactérias benéficas, como Bifidobacterium, além de diminuir bactérias patogênicas que podem causar doenças.

O kefir também aumenta a produção de ácidos graxos de cadeia curta que melhoram a barreira intestinal e evitam a entrada de microorganismos patogênicos. O consumo regular de kefir está associado a uma melhora significativa nos sintomas gastrointestinais, incluindo constipação intestinal, distensão e desconforto abdominal, dor de cabeça e flatulência (gases).

2. Melhora a imunidade

O benefício imunomodulador do kefir pode ser explicado por seu efeito regulador dos marcadores pró-inflamatórios e alterando a composição da microbiota intestinal. Além disso, o kefir melhora a imunidade ativando as respostas humorais e celulares, reduzindo os infiltrados inflamatórios e modulando o estresse oxidativo.

O equilíbrio da microbiota intestinal pelo eixo intestino-cérebro, contribui para a melhora da imunidade, combate alergias, desintoxica o organismo e melhora a absorção de nutrientes e vitaminas, fundamentais para o equilíbrio cerebral e corporal.

3. Ajuda a regular o açúcar no sangue

Estudos demonstraram que a ingestão de kefir pode levar a uma diminuição significativa nos níveis de glicose no sangue em jejum. Foi demonstrado que as propriedades hipoglicêmicas do kefir melhoram a sinalização da insulina, controlam o estresse oxidativo e reduzem a progressão da nefropatia diabética. Além disso, o consumo de kefir tem sido associado a um aumento no número de bifidobactérias no cólon, auxiliando no controle glicêmico e reduzindo os níveis de colesterol no sangue. Além disso, descobriu-se que o kefir reduz significativamente os níveis de glicohemoglobina, indicando um melhor controle do açúcar no sangue a longo prazo. Essas descobertas destacam o potencial do kefir como uma adição dietética benéfica para indivíduos que buscam controlar seus níveis de açúcar no sangue de forma eficaz.

4. Combate a inflamação

O kefir pode ser considerado um alimento funcional por apresentar efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios, reduzindo os marcadores pró-inflamatórios e aumentando as citocinas anti-inflamatórias no organismo. Devido às suas propriedades probióticas, o kefir pode ser um aliado da saúde física e mental.

A dieta desempenha uma função fundamental no combate à inflamação corporal, e o kefir, com suas propriedades probióticas e anti-inflamatórias, pode ser um potente aliado, promovendo a saúde intestinal e fortalecendo o sistema imunológico contra a entrada de microrganismo patogênicos.

5. Melhora a saúde da pele

O consumo de kefir afeta positivamente o equilíbrio gastrointestinal, apresentando potencial efeito na modulação do eixo intestino-pele em indivíduos saudáveis e com dermatite atópica. As propriedades do kefir, como sua diversidade de microbiota e componentes bioativos formados durante a fermentação, contribuem para seus benefícios à saúde da pele, incluindo efeitos antimicrobianos e antiinflamatórios.

Em resumo, o kefir é uma bebida rica em probióticos, microrganismos vivos capazes de regular a microbiota intestinal, combater a inflamação, melhorar a saúde da pele e fortalecer a imunidade por sua capacidade de regular as respostas imunes, agindo como um potencial agente terapêutico para várias condições de saúde.

Artigo assinado por:
Andryely Pedroso
CRN10 8065
Nutricionista e Consultora Técnica Yorgus & Kefir Reggula

Referências Bibliográficas

1. Ria, Wulansarie., Sri, Fahmiati. Health benefit of kefir. Nucleation and Atmospheric Aerosols, (2021). doi: 10.1063/5.0104110. Disponível em: <https://pubs.aip.org/aip/acp/article-abstract/2573/1/020012/2829811/Health-benefit-of-kefir?redirectedFrom=fulltext>. Acesso em 05 abr 2024.

2. Zhimin, Ye., Xi-Miao, Yang., Boxiong, Deng., Zhenlin, Liao., Xiang, Fang., Jie, Wang. Prevention of DSS-induced colitis in mice with water kefir microbiota via anti-inflammatory and microbiota-balancing activity.. Food & Function, (2023). doi: 10.1039/d3fo00354j. Disponível em: <https://pubs.rsc.org/en/content/articlelanding/2023/fo/d3fo00354j>. Acesso em 05 abr 2024.

3. Zeynep, Arzu, Yegin., Mert, Sudagidan. A medical and molecular approach to kefir as a therapeutic agent of human microbiota.. International Journal for Vitamin and Nutrition Research, (2022). doi: 10.1024/0300-9831/a000765. Disponível em: <https://econtent.hogrefe.com/doi/10.1024/0300-9831/a000765>. Acesso em 06 abr 2024.

4. Weizhe, Chen., Jie, Wang., Liyu, Du., Junjie, Chen., Qikai, Zheng., Pan, Li., Bing, Du., Xiang, Fang., Zhenlin, Liao. Kefir microbiota and metabolites stimulate intestinal mucosal immunity and its early development.. Critical Reviews in Food Science and Nutrition, (2022). doi: 10.1080/10408398.2022.2115975. Disponível em: <https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/10408398.2022.2115975>. Acesso em 10 abr 2024.

5. Maria, do, Carmo, Gouveia, Peluzio., Mariana, de, Moura, e, Dias., J., Alfredo, Martínez., Fermín, I., Milagro., Fermín, I., Milagro. Kefir and Intestinal Microbiota Modulation: Implications in Human Health. Frontiers in Nutrition, (2021). doi: 10.3389/FNUT.2021.638740. Disponível em: <https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fnut.2021.638740/full>. Acesso em 10 abr 2024.

6. Emília, Alves., João, Alberto, Madeira, Gregório., Patrícia, Rijo., Catarina, Rosado., Luís, Monteiro, Rodrigues. Kefir and the Gut–Skin Axis. International Journal of Environmental Research and Public Health, (2022). doi: 10.3390/ijerph192113791. Disponível em: <https://www.mdpi.com/1660-4601/19/21/13791>. Acesso em 10 abr 2024.

7. Effects of kefir consumption on cardiometadebolic risk factors: A systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. (2022). doi: 10.22541/au.164873388.81002334/v1. Disponível em: <https://www.authorea.com/users/472127/articles/563183-effects-of-kefir-consumption-on-cardiometadebolic-risk-factors-a-systematic-review-and-meta-analysis-of-randomized-controlled-trials>. Acesso em 11 abr 2024.

Leite tipo A, B e UHT: Qual é a diferença para a saúde intestinal?

Será que todo leite é igual? A ciência sugere que existe um tipo específico de leite capaz de promover mais benefícios à saúde. Neste artigo, você irá descobrir qual é a diferença entre os leites tipo A, B e UHT, compreendendo a diferença e qual é mais indicado para melhorar a saúde intestinal.

Quais são os benefícios do leite para a saúde?

O leite de vaca é um alimento rico em nutrientes como proteínas, carboidratos (especialmente lactose), gorduras e minerais como cálcio, fósforo, magnésio, oligoelementos como zinco e iodo, além de vitaminas B2, B12, D e A. O leite de vaca fornece aproximadamente 32g de proteínas por litro, sendo 80% caseínas e 20% proteínas do soro do leite (Hansen et al, 2017).

Estudos indicam que o consumo de leite pode ser associado a um risco menor de desenvolver doenças cardiovasculares, derrame, hipertensão, câncer colorretal, síndrome metabólica, obesidade, osteoporose, diabetes mellitus tipo 2 e doença de Alzheimer. O consumo de leite pode auxiliar nos processos digestivos e na manutenção da microbiota intestinal (Zhang et al, 2021).

Qual é a diferença entre leite tipo A, B, C e UHT?

A principal diferença entre o leite UHT e o leite pasteurizado convencional (tipo A) está no método de pasteurização e no tempo de validade. Enquanto o leite pasteurizado convencional é aquecido a temperaturas mais baixas (geralmente em torno de 72°C a 75°C) por um período mais longo, o leite UHT é submetido a temperaturas muito mais altas por um curto período de tempo.

Enquanto o leite tipo A é fresco, pasteurizado e embalado para consumo imediato, passando por um processo de higienização e pasteurização para garantir a segurança alimentar, o leite de temperatura ultra-alta (UHT), comumente disponível em supermercados, passa por um processo específico de pasteurização a 138—145° C (2 a 10 segundos), garantindo esterilidade comercial.

O leite tipo B não é tão comumente encontrado em supermercados. Ele é utilizado principalmente na indústria de laticínios como matéria-prima para a produção de produtos lácteos processados, como queijos, iogurtes, manteiga e outros. O leite tipo B também é pasteurizado, porém, pode ter uma qualidade inferior em comparação com o leite tipo A. Estudos sugerem que o leite contendo apenas a variante de beta-caseína A2 pode ter efeitos benéficos na saúde intestinal (Anggun et al, 2020).

O consumo de diferentes tipos de leite pode afetar a saúde intestinal de forma distinta. O leite do tipo A2 tem sido associado ao estímulo das respostas à imunoglobulina e modulação da composição da microbiota intestinal (Guantario et al, 2020). Portanto, escolher leite do tipo A pode ser mais favorável para a saúde intestinal em comparação com o leite UHT, pois mostra efeitos positivos na imunidade e microbiota intestinal (Hansen et al, 2017).

Por que o leite tipo A2 é melhor para a saúde intestinal?

O consumo de leite A2, que contém β-caseína A2 em vez de β-caseína A1, mostrou benefícios potenciais para a saúde intestinal. Estudos indicaram que o leite β-caseína do tipo A2 pode melhorar a tolerância gastrointestinal, melhorar as respostas imunes, modular a composição da microbiota intestinal e promover a produção de ácidos graxos benéficos de cadeia curta no intestino (Meng et al, 2023).

Uma comparação entre as caseínas A1 e A2 revelou que a β-caseína do tipo A2 pode levar a melhores ambientes intestinais ao influenciar a composição da microbiota e os processos de fermentação.. No geral, as evidências sugerem que o leite A2 pode ser uma escolha favorável para indivíduos que buscam melhorar a saúde intestinal em comparação com os outros tipos de leite citados no artigo.

Artigo escrito por:
Andry Pedroso
CRN10 8062
Nutricionista e Consultora Técnica Yorgus & Kefir Reggula

Referências Bibliográficas

1. Anggun, Hari, Kusumawati., Neni, Sri, Gunarti., Maya, Arfania., Dedy, Frianto., Dadan, Ridwanuloh., Ova, Shofa, Mudrofah. Microbiological quality analysis of fermented and uht milk samples collected from different locations in indonesia. (2020). doi: 10.36547/BE.2020.3.4.84-87. Disponível em: <https://office.scicell.org/index.php/BE/article/view/182>. Acesso em 20 abr 2024.

2. Barbara, Guantario., Marzia, Giribaldi., Chiara, Devirgiliis., Alberto, Finamore., Elena, Colombino., Maria, Teresa, Capucchio., Rocchina, Evangelista., Vincenzo, Motta., Paola, Zinno., Simona, Cirrincione., Sara, Antoniazzi., Laura, Cavallarin., Marianna, Roselli. A Comprehensive Evaluation of the Impact of Bovine Milk Containing Different Beta-Casein Profiles on Gut Health of Ageing Mice.. Nutrients, (2020). doi: 10.3390/NU12072147. Disponível em: <https://www.mdpi.com/2072-6643/12/7/2147>. Acesso em 20 abr 2024.

3. Bin, Liu., Weicang, Qiao., Minghui, Zhang., Yanpin, Liu., Junying, Zhao., Lijun, Chen. Bovine milk with variant β-casein types on immunological mediated intestinal changes and gut health of mice. Frontiers in Nutrition, (2022).;9 doi: 10.3389/fnut.2022.970685. Disponível em: <https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fnut.2022.970685/full>. Acesso em 20 abr 2024.

4. Hansen et al. The effect of UHT-processed dairy milk on cardio-metabolic risk factors.. European Journal of Clinical Nutrition, (2017).;71(12):1463-1466. doi: 10.1038/EJCN.2017.22. Disponível em: <https://www.nature.com/articles/ejcn201722>. Acesso em 20 abr 2024.

5. Ying, Meng., Yubo, Zhou., Hongtian, Li., Yipu, Chen., Grathwohl, Dominik., Jie, Dong., You-fen, Tang., Jose, M., Saavedra., Jianmeng, Liu. Effectiveness of Growing-Up Milk Containing Only A2 β-Casein on Digestive Comfort in Toddlers: A Randomized Controlled Trial in China. Nutrients, (2023). doi: 10.3390/nu15061313. Disponível em: <https://www.mdpi.com/2072-6643/15/6/1313>. Acesso em 20 abr 2024.

6. Nuomin., Takeshi, Tsuruta., Naoki, Nishino. Modulatory Effects of A1 Milk, A2 Milk, Soy, and Egg Proteins on Gut Microbiota and Fermentation. Microorganisms, (2023). doi: 10.3390/microorganisms11051194. Disponível em: <https://www.mdpi.com/2076-2607/11/5/1194>. Acesso em 20 abr 2024.

7. Zhang et al. Milk consumption and multiple health outcomes: umbrella review of systematic reviews and meta-analyses in humans.. Nutrition & Metabolism, (2021).;18(1):1-18. doi: 10.1186/S12986-020-00527-Y. Disponível em: <https://nutritionandmetabolism.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12986-020-00527-y>. Acesso em 20 abr 2024.

Proteínas: Quanto consumir por dia?

As proteínas são nutrientes essenciais para a saúde. Elas agem na formação de estruturas corporais como a pele e os músculos, auxiliam na cicatrização de tecidos, produção de anticorpos, regulação hormonal e muitas outras funções. Você já se perguntou quanto deveria consumir de proteínas por dia? Neste artigo, você irá descobrir qual é a quantidade indicada de consumo diário de proteínas.

Quais alimentos contêm proteínas?

As proteínas são macronutrientes que fornecem aminoácidos, nutrientes estruturais. Elas podem ser encontradas em alimentos de origem animal como ovos, carnes, leite e seus derivados (iogurtes, queijos), além de suplementos proteicos como whey protein. Algumas fontes vegetais também são ricas em proteínas como grãos integrais (arroz, soja, quinoa, trigo), leguminosas (feijão, ervilha, grão de bico, lentilha, amendoim), tofu e suplementos de proteína vegetal.

Qual é a quantidade ideal de proteínas por dia?

A recomendação de consumo diário de proteínas pode variar de acordo com as individualidades e objetivos, levando em consideração fatores como idade, sexo, peso, altura e nível de atividade física. Por exemplo, para pessoas sedentárias ou com um estilo de vida menos ativo, a recomendação de proteínas pode ser menor em comparação com atletas de alto rendimento e pessoas fisicamente ativas.

O cálculo proteico diário pode ser indicado a partir de diferentes abordagens. É possível calcular uma porção do valor calórico diário (20% por exemplo) ou definir a quantidade de proteínas a serem consumidas em gramas, considerando a composição corporal. Esta segunda abordagem pode ser mais precisa para pessoas que buscam ganhar massa muscular ou eliminar gordura, por exemplo.

A Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva recomenda que pessoas fisicamente ativas devem consumir entre 1,4 a 2,0 g de proteínas por quilo (Kg) de peso corporal todos os dias. É importante considerar que esta quantidade pode variar de acordo com os fatores mencionados acima, como idade e composição corporal.

A recomendação geral é de aproximadamente 0,25 g de proteínas por Kg de peso corporal ou uma dose entre 20 a 40 gramas de proteínas em cada refeição. Imagine que uma pessoa de 60 kg tem a recomendação de consumir aproximadamente 15 g de proteínas em uma refeição (60 x 0,25g), o que equivale a um Yorgus Grego (130 g), por exemplo.

É necessário fracionar as proteínas durante o dia?

Um recente estudo publicado pela Cells Reports Medicine demonstrou que o corpo tem uma capacidade maior de incorporar aminoácidos derivados de proteínas da dieta do que se acreditava em pesquisas anteriores, as quais mencionaram que era necessário fracionar as proteínas entre 3 a 4 horas.

O estudo demonstrou que a ingestão de uma grande quantidade de proteínas (100 g) resultou em uma maior quantidade de aminoácidos incorporados ao músculo, mantendo este efeito ao longo do período após a refeição, indicando que a capacidade do músculo de incorporar aminoácidos é maior do que se pensava anteriormente.

Observou-se que grandes quantidades de proteínas consumidas na dieta são efetivamente utilizadas para apoiar o anabolismo muscular, mas requerem um período maior para completa digestão de proteínas e absorção de aminoácidos. Portanto, não parece ser necessário consumir diversas refeições ricas em proteínas em intervalos curtos para otimizar o anabolismo muscular, contudo, a ciência revela que o consumo diário de proteínas é fundamental e deve ser priorizado na dieta.

Busque o auxílio de um nutricionista para lhe ajudar a determinar a melhor estratégia de consumo de proteínas com o fracionamento adequado para atender às suas necessidades individuais e objetivos de saúde. Para conferir mais dicas de saúde como neste artigo, acesse os outros artigos do nosso blog.

Artigo escrito por:
Andry Pedroso
Nutricionista CRN10 8062
Consultora Técnica Yorgus & Kefir Reggula

Referências Bibliográficas

Ingeborg, M., Dekker., N., M., van, Rijssen., A.M., Verreijen., Peter, J.M., Weijs., W.B., (Elsbeth), de, Boer., Dominique, Terpstra., Hinke, M., Kruizenga. Calculation of protein requirements; a comparison of calculations based on bodyweight and fat free mass.. Clinical nutrition ESPEN, (2021). doi: 10.1016/j.clnesp.2022.01.014. Disponível em: <https://clinicalnutritionespen.com/article/S2405-4577(22)00025-0/fulltext>. Acesso em 01 mai 2024.

Trommelen et al. The anabolic response to protein ingestion during recovery from exercise has no upper limit in magnitude and duration in vivo in humans. Cell Reports Medicine 4, 2023. Disponível em: <https://www.cell.com/cell-reports-medicine/fulltext/S2666-3791(23)00540-2>. Acesso em 02 mai 2024.

Murphy C.H et al. Dietary Protein to Maintain Muscle Mass in Aging: A Case for Per-meal Protein Recommendations. J. Frailty Aging. 2016; 5: 49-58. Disponível em: <https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26980369>. Acesso em 02 mai 2024.

Schoenfeld, Brad Jon, and Alan Albert Aragon. “How much protein can the body use in a single meal for muscle-building? Implications for daily protein distribution.” Journal of the International Society of Sports Nutrition vol. 15 10. 27 Feb. 2018, doi:10.1186/s12970-018-0215-1. Disponível em: <https://jissn.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12970-018-0215-1>. Acesso em 03 mai 2024.

Qual é a importância dos probióticos para a modulação intestinal?

Os microrganismos presentes no corpo humano constituem até 100 bilhões de células, o que significa 10 vezes o número de células humanas, segundo estudo publicado na Nature. Um grupo de microrganismos benéficos para a saúde é chamado de "probióticos" e auxiliam na promoção da saúde e prevenção de doenças. Neste artigo, você irá descobrir qual é a importância de consumir probióticos na dieta e qual é a importância deles para a modulação intestinal.

Probióticos x Prebióticos

Algumas pessoas confundem o significado de probióticos com prebióticos e é importante compreender que uma dieta saudável deve conter ambos. O termo probiótico é derivado do grego e significa “pró-vida”, utilizado para denominar bactérias vivas benéficas que impactam o equilíbrio da microbiota intestinal.

Enquanto os probióticos são microrganismos vivos, os prebióticos são nutrientes que promovem a nutrição e crescimento seletivo de espécies benéficas de bactérias que colonizam o cólon intestinal (microbiota).

O que é microbiota intestinal?

O trato gastrointestinal é um sistema fundamental para a digestão e absorção dos nutrientes dos alimentos. A maioria dos microrganismos presentes no corpo humano estão no intestino, influenciando diretamente a absorção dos nutrientes e criando uma barreira contra microrganismos patogênicos, ou seja, aqueles com potencial de causar doenças. Além disso, os probióticos podem aumentar a produção de mucinas, proteínas que revestem a parede intestinal, fortalecendo assim barreira contra invasores externos.

As bactérias intestinais formam uma "comunidade" microbiana que fornece nutrição e proteção ao intestino. Quando existe um desequilíbrio entre bactérias boas e ruins neste sistema, chamado de disbiose, alguns problemas de saúde podem ser causados, incluindo distúrbios gastrointestinais, inflamação crônica, síndrome do intestino irritável e até mesmo doenças autoimunes.

Qual é a importância dos probióticos para a saúde?

O consumo de probióticos na dieta favorece a diversidade de bactérias benéficas no intestino e reduz a suscetibilidade a doenças e entrada de microrganismos e substâncias prejudiciais no trato gastrointestinal. Ao equilibrar as populações bacterianas no intestino (microbiota), os probióticos podem ajudar a melhorar a digestão, fortalecer o sistema imunológico e reduzir o risco de infecções intestinais. Esses benefícios destacam a importância de incluir probióticos na alimentação para preservar a saúde gastrointestinal.

Estudos demonstraram que cepas probióticas específicas podem prevenir a inflamação intestinal, destacando o potencial terapêutico dos probióticos na modulação intestinal e seus benefícios para a saúde física e mental. Além disso, ao fortalecer a integridade da mucosa intestinal, os probióticos ajudam a prevenir a entrada de patógenos e toxinas no organismo. Os probióticos ajudam a proteger a barreira intestinal contra agressores externos, auxiliando a regular o sistema imunológico.

Cada vez mais, o campo da psicobiótica, que estuda a interação entre as bactérias intestinais e a saúde mental, está em desenvolvimento. As bactérias probióticas do intestino podem produzir neurotransmissores fundamentais para a saúde mental, como a serotonina, GABA, catecolaminas, acetilcolina e histamina, exercendo influência sobre o eixo intestino-cérebro e potencialmente melhoram o estado emocional.

Quais alimentos contêm probióticos?

Alguns alimentos são naturalmente ricos em probióticos, como iogurte, kefir, chucrute, kimchi, tempeh, miso e kombucha. Por exemplo, o iogurte contém culturas vivas de bactérias probióticas, enquanto o kefir oferece uma variedade de bactérias e leveduras benéficas em uma bebida fermentada. O tempeh é feito de soja fermentada e o kombucha é uma bebida fermentada à base de chá. Incluir esses alimentos na dieta pode ser uma maneira eficaz de fortalecer a saúde digestiva e promover o bem-estar.

É possível consumir probióticos por meio de formulações com cepas específicas de bactérias em cápsulas ou pós. Eles são amplamente utilizados para promover a saúde intestinal, equilibrar a microbiota e auxiliar em várias condições, incluindo distúrbios gastrointestinais e reforço ao sistema imunológico. No entanto, antes de utilizar um suplemento probiótico, é fundamental ter acompanhamento com profissionais da saúde e seguir as instruções de cepas, forma farmacêutica e dosagem recomendadas, garantindo a utilização segura e eficaz.

Artigo escrito por:
Andry Pedroso
Nutricionista CRN10 8062
Consultora Técnica Yorgus & Kefir Reggula

Referências Bibliográficas

Ingeborg, M., Dekker., N., M., van, Rijssen., A.M., Verreijen., Peter, J.M., Weijs., W.B., (Elsbeth), de, Boer., Dominique, Terpstra., Hinke, M., Kruizenga. Calculation of protein requirements; a comparison of calculations based on bodyweight and fat free mass.. Clinical nutrition ESPEN, (2021). doi: 10.1016/j.clnesp.2022.01.014. Disponível em: <https://clinicalnutritionespen.com/article/S2405-4577(22)00025-0/fulltext>. Acesso em 01 mai 2024.

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Schoenfeld, Brad Jon, and Alan Albert Aragon. “How much protein can the body use in a single meal for muscle-building? Implications for daily protein distribution.” Journal of the International Society of Sports Nutrition vol. 15 10. 27 Feb. 2018, doi:10.1186/s12970-018-0215-1. Disponível em: <https://jissn.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12970-018-0215-1>. Acesso em 03 mai 2024.

Psicobióticos: O que são e como consumir?

A ciência evolui a cada dia em busca de alternativas naturais para otimizar a saúde cerebral. Neste contexto, um grupo de alimentos e suplementos se destacam por sua potencial ação na modulação da saúde mental, reconhecidos como psicobióticos. Neste artigo, você irá descobrir o que são psicobióticos e como consumir este grupo de alimentos funcionais na sua dieta.

A disbiose, uma alteração na composição da microbiota intestinal, pode ser causada por fatores ambientais, dietéticos e de estilo de vida, causando problemas de saúde física e mental. Pesquisas indicam que a interação entre as bactérias benéficas e o epitélio intestinal desencadeia a produção de neurotransmissores e metabólitos que influenciam diretamente o funcionamento cerebral, humor e o comportamento (Anita, 2023).

A microbiota intestinal pode ter interação com o sistema nervoso central por meio de várias vias, como neural, neuroendócrina, neuroimune e humoral. Neste contexto, a adição de psicobióticos na dieta por meio da dieta e suplementação pode apresentar resultados terapêuticos positivos em sintomas de distúrbios cognitivos e comportamentais, como estresse, ansiedade e depressão (Bharat, 2023)

O que são psicobióticos?

Os psicobióticos representam um grupo de bactérias que liberam substâncias neuroativas e interagem com a microbiota intestinal e o sistema nervoso central, desempenhando importantes funções na modulação da saúde emocional. O conceito de psicobióticos vai além dos probióticos e prebióticos tradicionais, pois abrangendo alimentos enriquecidos com fibras prebióticas ou probióticos conhecidos por impactar o comportamento humano (Cichońska et al, 2023).

Os efeitos dos psicobióticos podem ser explicados devido aos seus impactos nos processos cognitivos e a resposta hormonal ao estresse e a inflamação. Alguns gêneros de bactérias benéficas como Lactobacillus e Bifidobacterium, influenciam o comportamento e a saúde mental ao regular a produção de neurotransmissores, metabólitos e as respostas imunes (Roy et al, 2023).

Como consumir psicobióticos?

Alimentos fermentados, como iogurte, kefir, tempeh e kimchi, são fontes ricas em probióticos. Alguns probióticos produzem compostos neuronais ativos ou atuam como transportadores, melhorando a função cognitiva e protegendo o cérebro contra declínios cognitivos (Dimidi et al. 2019).

Segundo Ton e colaboradores (2020), os grãos de kefir contém espécies de bactérias benéficas para a microbiota intestinal, apresentando efeitos positivos na melhoria da memória e das funções executivas e de linguagem em pacientes diagnosticados com Alzheimer.

Qual é a diferença entre probióticos e psicobióticos?

Os probióticos são bactérias benéficas que apoiam a saúde intestinal, enquanto os psicobióticos são um subconjunto especializado de probióticos que têm um impacto direto na função cerebral e na saúde mental. A distinção está em seus efeitos específicos: os probióticos visam principalmente as funções gastrointestinais.

Enquanto os psicobióticos modulam as funções do sistema nervoso central, oferecendo potencial antidepressivo e ansiolítico, os psicobióticos liberam substâncias neuroativas que se comunicam com o cérebro por meio do eixo intestino-cérebro, influenciando a saúde e desempenho cerebral (Anita, 2023).

Em resumo, os psicobióticos são bactérias saudáveis que se comunicam com o cérebro por meio do eixo intestino-cérebro, afetando as funções cerebrais e o controle do humor. O consumo diário de psicobióticos, também conhecido como “Terapia Psicobiótica”, pode apresentar propriedades antidepressivas e ansiolíticas, contudo, mais estudos nesta área são necessários para identificar a composição e quantidade ideal para cada indivíduo. Busque sempre o auxílio do seu nutricionista para seguir as melhores orientações de acordo com a sua individualidade.

Artigo escrito por:
Andry Pedroso
CRN10 8062
Nutricionista, Mestre e Consultora Técnica Yorgus & Kefir Reggula

Referências Bibliográficas

1. Anita, Kumari. Gut brain regulation using psychobiotics for improved neuropsychological illness.. Developmental Psychobiology, (2023). doi: 10.1002/dev.22404. Disponível em: <https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/dev.22404> Acesso em 15 abr 2024.

2. Souvik, Roy et al. Psychobiotics: Deciphering its role in neuropsychiatry. World Journal of Biology Pharmacy and Health Sciences, (2023). doi: 10.30574/wjbphs.2023.13.1.0053. Disponível em: <https://typeset.io/papers/psychobiotics-deciphering-its-role-in-neuropsychiatry-bqycbr5o> Acesso em 15 abr 2024.

3. Bharat, Mishra. Psychobiotics; a new frontier in treatment of depression. International journal of pharmaceutics and drug analysis, (2023).1-8. doi: 10.47957/ijpda.v11i1.534. Disponível em: <https://ijpda.org/index.php/journal/article/view/534> Acesso em 15 abr 2024.

4. Patrick, Shafto. Psychobiotics, a Special Type of Probiotics, and Their Potential Molecular Mechanisms to Ameliorate Symptoms of Stress and Anxiety. (2022).28-56. doi: 10.1002/9781119804055.ch2. Disponível em: <https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/9781119804055.ch2> Acesso em 15 abr 2024.

5. Parvin, Oroojzadeh., Saber, Yari, Bostanabad., Hajie, Lotfi. Psychobiotics: the Influence of Gut Microbiota on the Gut-Brain Axis in Neurological Disorders. Journal of Molecular Neuroscience, (2022).;72(9):1952-1964. doi: 10.1007/s12031-022-02053-3. Disponível em: <https://link.springer.com/article/10.1007/s12031-022-02053-3>. Acesso em 15 abr 2024.

6. Ton AMM, Campagnaro BP, Alves GA, Aires R, Côco LZ, Arpini CM, Guerra E Oliveira T, Campos-Toimil M, Meyrelles SS, Pereira TMC, Vasquez EC. Oxidative Stress and Dementia in Alzheimer's Patients: Effects of Synbiotic Supplementation. Oxid Med Cell Longev. 2020 Jan 13;2020:2638703. doi: 10.1155/2020/2638703. PMID: 32411323; PMCID: PMC7201593. Disponível em: <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7201593>. Acesso em 15 abr 2024.

7. Dimidi E, Cox SR, Rossi M, Whelan K (2019) Alimentos fermentados: definições e características, impacto na microbiota intestinal e efeitos na saúde e doenças gastrointestinais. Nutrientes 11:1806. Disponível em: <https://www.mdpi.com/2072-6643/11/8/1806>. Acesso em 15 abr 2024.

8. Anita, Kumari. Gut brain regulation using psychobiotics for improved neuropsychological illness.. Developmental Psychobiology, (2023). doi: 10.1002/dev.22404. Disponível em: <https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/dev.22404> Acesso em 15 abr 2024.

9. Patrycja, Cichońska., E., Kowalska., Małgorzata, Ziarno. The Survival of Psychobiotics in Fermented Food and the Gastrointestinal Tract: A Review. Microorganisms, (2023). doi: 10.3390/microorganisms11040996. Disponível em: <https://www.mdpi.com/2076-2607/11/4/996> Acesso em 15 abr 2024.

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